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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Sarau na Galeria - Edição de Aniversário A 36a. edição do Sarau na Galeria recebe Vandeí Oliveira (Seu Zé) lançando seu primeiro livro "FALO"

Sarau na Galeria - Edição de Aniversário

A 36a. edição do Sarau na Galeria  recebe Vandeí Oliveira (Seu Zé)  lançando seu primeiro livro "FALO"




Vandeí Oliveira, ou simplesmente Seu Zé, é poeta, professor de Filosofia, morador de Suzano, SP, nasceu no Ceará, filho de um repentista, Seu Vicente, e uma dona de casa, Dona Maria. Retirante, lutador e sonhador, é apaixonado pela educação, pela poesia e pela vida. Tem poesias publicadas nas antologias “Sobrenome Liberdade”, e “O que dizem os umbigos” (ambas produções independendentes, 2013).

"FALO" antes de ser um livro é uma afirmativa, verbo indicativo, afirmação de quem fala o que pensa, o título vem da poesia de mesmo nome “Falo”, que faz uma crítica a uma sociedade falocêntrica, machista, homofóbica, de valorizações inversas.
As poesias contidas no livro trazem uma raiz nordestina (discreta,) mas revisitada por questões mais subjetivas/reflexivas, com influência marginal e uma vivência periférica.
A ideia do livro é uma poesia viva que mostra um "Zé", ora personagem, ora alter ego, que se coloca a caminho, na luta, usando a fala como arma, e se afirmando por meio dela.
O livro se divide em três partes, na primeira, textos mais reflexivos e questionamentos mais subjetivos, relacionados ao EU; na segunda, textos mais relacionados ao outro (amores, amizades); na terceira, textos mais objetivos, críticos e reflexivos, relacionados a sociedade como um todo.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Rafael Carnevalli é o escritor convidado do Sarau na Galeria de Outubro


Rafael Carnevalli é o escritor convidado do Sarau na Galeria e apresentará seu livro "Amador" no dia 10 de Outubro em Suzano.

Rafael é agente comunitário de cultura, atua na Zona Leste de São Paulo.


Membro do Coletivo Movimento Aliança da Praça (MAP) e do Projeto Filhos de Ururaí, espalha, incentiva e vive a arte de rua com alegria de criança.



O livro‘Amador’ tem a proposta de três capítulos de mesmo nome e ideias distintas: 

1º amador (de não profissional): versos curtos de variados assuntos, provocações, trocadilhos, e rimas que incentivam e estimulam o pensamento alternativo e poético; 
2º ama(a)dor: poemas de uma fase conturbada e que não pode ser esquecida para que sempre se possa saber da onde partir para alcançar a felicidade, fazer da dor poesia; 
3º AMADOR: poemas de amor exposto, sem vergonha de se jogar aos pés da paixão, dedicados e delirantes, amar e nada mais. Somos Todos Amadores!


A arte move alma, salva vidas, GRATIDÃO! "

domingo, 23 de agosto de 2015

Antonio Miotto apresenta seu livro 'Izquierda' no Sarau na Galeria Edição de - Aniversário - Setembro

 
Em,Izquierda, Antonio Miotto descortina entre versos outros inversos a curiosidade de ler. 

Caminhando entre o leve brincar com as letras [ em português e algumas em espanhol], possibilita aos leitores diálogos com a sobrevivência de múltiplos olhares na cidade. 

Permeado por suas imagens e ilustrações de sua filha, um livro também para ser lido em alta voz, nos diversos espaços privados e públicos.




Serviço: Izquierda de Antonio Miotto
Sarau na Galeria Edição de - Aniversário - Setembro.

Dia: 05 de Setembro de 2015
Horário:19:30 às 23:00
Local: Galpão dos Contadores de Mentira
Rua Maj. Pinheiro Fróes, 530 - Parque Maria Helena, Suzano - SP

Mais informações: saraunagaleria@gmail.com

sábado, 22 de agosto de 2015

Antonio Miotto é o escritor convidado do Sarau na Galeria - Edição de - Aniversário - Setembro

Desconfio que seja tênue a linha que separa uma apresentação duma confissão. Da primeira espera-se o enaltecimento, e da segunda, a verdade. Acontece que sem verdade não há apresentação que legitime algum enaltecer. Não posso menos, então, do que ser honesta.
Ao modo de quem proseia, lhes conto Antonio Miotto.
Fé minino, amigo, arteiro. De primeiro, dele só sabia os registros fotográficos que fazia (e já admirava), fotopoemas per-ambulantes nos saraus de SP – e, vez-quando, até nos esbarrávamos em alguns deles. Da retina lírica, um nada, até então.
Até então.
Me ocorreu que a gente pode circular uma vida em consonância com outras gentes, em ambientes idens, sem sabê-las. Talvez que falte aquele esbarrar que não é só o “ops, desculpa” do cotidiano, mas aquele que finda por virar a boa desculpa dos inícios. Pois. Mediados pela poesia – a culpada pela colisão – foi numa trombada com esse poeta-ciclista-fotógrafo-professor-ativista (ufa!) que passamos a nos saber: o acidente foi geográfico, palavra unindo gente feito istmo. Pelo brincar, pelo brigar e pelo ouvir sincero, Toni é dessas pessoas bonitas, que não passam sem ficar.
Quanto a seus escritos, o Miotto traz essa energia que tira de vir e ver a cidade. Entrementes, transborda em flashes poéticos as todas possibilidades dos encontros – entre frentes e gentes de luta, ergue o punho izquierdo e reconhece os seus.
Seus poemas são fotogramas de um filme chamado metrópole; seu eu-lírico-personagem persegue São Paulo sobre uma bike com ventos na cara e nos bolsos, memórias na bolsa, vontades infinitas de novas bagagens e uma Bella tatuada na vida.  Microrroteiros concisos que não são menos que poesia da urgência, grito que só quem é capaz de fotografar nosso tempo com calma desmedida consegue captar.
O lado que bate o coração tem voz.
Escuta:

                   Michele Santos