sábado, 24 de outubro de 2015

Mano Cákis é o escritor convidado do 28o Sarau na Galeria (Novembro)


"Não temos muito tempo" do escritor convidado Mano Cákis será apresentado no 28o Sarau na Galeria que celebra o mês da consciência negra.  
"Esta frase que intitula o livro despertará o interesse nas pessoas em debater situações históricas que se tornam atuais por conta da falta de discussão e da invisibilidade cultural.



Problemas como as drogas, a exclusão, a violência, a falta de perspectiva são contrapontos a momentos de alento, tal quando a autoestima é resgatada através da literatura.



A obra proporcionará aos leitores reflexões sobre temas sociais através de contos cujos protagonistas, antes invisíveis, agora estão expostos, mostrando-nos, por meio dos escritos, que não temos muito tempo, pois a sociedade agora se vê vulnerável ao mal que ela própria criou."

28o Sarau na Galeria (novembro) traz os músicos Ba Kimbuta, Buia Kalunga e Laylah Arruda


28o Sarau na Galeria traz em novembro, mês da consciência negra, os músicos Ba Kimbuta, Buia Kalunga e cantora Laylah Arruda.

Ba Kimbuta e Buia Kalunga são dois artistas do ABC Paulista que têm uma parceria na música e na militância.

Conheceram-se no finado grupo de rap Amandla em meados de 2008, militaram no movimento negro através do grupo Kilombagem e desde então vêm desenvolvendo alguns trabalhos juntos.

O mais recente é o clipe da música “A Cena”, produzido por Gata Negra. 

A música foi gravada e produzida no Studio Kasa com DJ Crick, um dos fundadores do estúdio que tem uma longa trajetória na cena do rap paulista. 


Nesta apresentação, os três artistas convidam Laylah Arruda, cantora consagrada na cena do reggae sound system, DJ, vocalista da banda Ba-Boom ao lado de Buia Kalunga, e também  do projeto “Laylah & Santa Groove”.

O Grupo de Capoeira Bem Brasil é convidado do 28o Sarau na Galeria (Novembro)

O 28o Sarau na Galeria traz no mês de novembro, mês da Consciência Negra, o Grupo de Capoeira Bem Brasil. 

O grupo, que tem como mestre Marcelo Camaleão, é formado por crianças, jovens e adultos.

Quem quiser conhecer o trabalho do Capoeira Bem Brasil poderá acompanhar os treinos que acontecem às segundas e quartas-feiras no Ginásio Paulo Portela - Centro de Suzano.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Rafael Carnevalli é o escritor convidado do Sarau na Galeria de Outubro


Rafael Carnevalli é o escritor convidado do Sarau na Galeria e apresentará seu livro "Amador" no dia 10 de Outubro em Suzano.

Rafael é agente comunitário de cultura, atua na Zona Leste de São Paulo.


Membro do Coletivo Movimento Aliança da Praça (MAP) e do Projeto Filhos de Ururaí, espalha, incentiva e vive a arte de rua com alegria de criança.



O livro‘Amador’ tem a proposta de três capítulos de mesmo nome e ideias distintas: 

1º amador (de não profissional): versos curtos de variados assuntos, provocações, trocadilhos, e rimas que incentivam e estimulam o pensamento alternativo e poético; 
2º ama(a)dor: poemas de uma fase conturbada e que não pode ser esquecida para que sempre se possa saber da onde partir para alcançar a felicidade, fazer da dor poesia; 
3º AMADOR: poemas de amor exposto, sem vergonha de se jogar aos pés da paixão, dedicados e delirantes, amar e nada mais. Somos Todos Amadores!


A arte move alma, salva vidas, GRATIDÃO! "

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

D'arc Maia é o músico convidado do Sarau na Galeria de Outubro

D’arc Maia é músico, poeta e compositor e quando acompanhado por outros integrantes em suas apresentações se tornam “Os Zélementos". 

Seu  trabalho apresenta um repertório rico em brasilidade com estilo musical voltado para MPB.

Nordestino do Ceará mora em São Paulo desde a infância. Começou a trabalhar como músico aos 16 anos de idade e está nesta estrada há 37 anos.

Participou de vários Festivais nos anos 80 chegando a ganhar em 1986 o VII FEMUP, Festival de Musica de Perus com a música "Brasileiro Roxo", canção essa censurada em 1979,  e no Colégio Escultor Galileu Emendabili onde venceu com a musica “Vida Passageira” em parceira com Jorge Faraó.

Participou do FIMPI- VI Festival da canção em Itaquera em 1986 chegando em quarto lugar com a canção "Rock dos Hebreus" em parceria com Lula Bandeira

Gravou em 1988 uma coletânea “Os Dragões” em vinil e entre as várias canções que compôs estão "Zé da Praça da Sé", "Grito e o Silencio"e  "Os Dragões" entre várias outras.

Ficou no “ostracismo” durante 15 anos retornando com o movimento de SARAUS e vários projetos musicais de diferentes estilos.


Edita diariamente em seu home page www.facebook.com/jose.maia.5070 "Pensamentos e poemas"

Contato

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Sarau na Galeria de Outubro traz os trabalhos de Jéssica Lisboa

Jéssica Lisboa, 23 anos, "rabiscadora" desde criança, fará exposição no Sarau na Galeria de Outubro.

"Descobri a aquarela há uns cinco anos atrás e não parei mais. Recentemente venho experimentando outras técnicas, materiais, traços e superfícies como tela e madeira.

A arte apareceu na minha vida como forma de terapia, onde eu expressava tudo o que sentia e não conseguia demonstrar em palavras. 

Hoje meu objetivo é também atingir outras pessoas, (principalmente as mulheres), fazer com que elas se identifiquem e se sintam representadas. 


Além do feminismo e dos meus próprios sentimentos, abordo temas como a natureza, o cotidiano, seres lúdicos e a música."

                                                          Jéssica Lisboa





quinta-feira, 10 de setembro de 2015

"A fotografia é a minha poesia" por Fernanda Oliveira

Fernanda Oliveira foia fotografa convidada para registrar o Sarau na Galeria de - Aniversário - Setembro. Suas fotografias captaram mais do que imagens. Elas registraram a atmosfera daquele momento único em que pessoas de todos os lugares, idades, origens se entregaram a celebração da amizade e da partilha que que aconteceu na nossa festa de aniversário de dois anos.  O Sarau na Galeria será eternamente grato a Fernanda por este presente. 

Transcrevemos aqui um pequeno texto que ela nos encaminhou sobre sua aventura de registrar a poesia na forma de luzes e de sombras.

"Clichê é dizer que amo fotografia desde criança, mas que outra forma de começar essa história? Se desde pequena eu negociava com a minha mãe a quantidade de poses do filme que seriam minhas, se eu montava cenas com os brinquedos, com os primos mais novos e até mesmo comigo, pedindo para ser fotografada...não tinha jeito, a fotografia estava muito mais em mim do que eu poderia supor.
Era comum escutar de muita gente  que eu deveria investir nesse gosto, mas teimosa que sou, fui procurar outros caminhos que sem saber, me levariam novamente a fotografia, me formei em comunicação na Universidade Braz Cubas e no ultimo semestre do curso passei a repensar sobre o assunto de outra maneira, por que não?
Aos 21 anos ganhei de aniversário da minha mãe minha primeira câmera fotográfica, fiz um curso de fotografia básica na Folium e desde então aprendi e passei a aprimorar as ferramentas que tornavam possível materializar meu amor por essa arte, eu tinha: os olhos, o dedo e a câmera. Pronto! Não me faltava mais nada pra começar, era isso o primordial pra seguir em frente.

Atualmente sou estudante de Pedagogia e tenho certeza das escolhas que fiz, ainda que as coisas mudem (e elas sempre mudam) sinto essa coisa muito forte na minha vida, quero fazer algo pelo mundo, deixar algo no mundo, não vou passar por aqui pra sobreviver, vim pra viver, pra transformar pra mostrar alguma coisa. A Educação é o segredo nada secreto pra melhorar o mundo e foi nela que eu me enfiei, a fotografia é meu jeito de mostrar pro mundo como ele é bonito, como as pequenas coisas valem a pena, quantas vezes você passou por uma árvore, por uma pessoa, por inúmeras coisas que estão lá todos os dias e sequer parou pra observar, vislumbrar... Tenho a sensação de que preciso fotografar para mostrar para as pessoas o que elas não viram ou que nem deu tempo de reparar em detalhes, sinto que muita coisa passaria batido se eu não tivesse fotografado,.. ah..  e como me sinto privilegiada com isso, o fotografo tem o prazer de contemplar cada detalhe, seja num evento ou no cotidiano. Não tive a pretensão de ser minimamente conhecida, ser convidada a fazer sessões, festas, ser elogiada... eu só fiz! E eu faço muito mais pelo prazer próprio, quando mostro uma foto para a pessoa fotografada e tenho de volta um sorriso, um suspiro ou até um belo palavrão como força de expressão, tenho mais certeza de que é isso que eu quero para toda minha vida. Eu posso fotografar muitas coisas parecidas, muitas poses parecidas, mas cada momento é o presente que a vida dá, é o inédito, e para o ser fotografado é muito mais único do que para mim. Dou à luz uma importância muito maior do que ela já tem naturalmente. Eu compartilho o prazer de admirar. A fotografia é a minha poesia."

                        Fernanda Oliveira

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Felipe Urso fará performance de "living painting" no Sarau na Galeria Edição de - Aniversário - Setembro

Felipe Urso fará performance de "living painting" (pintura em processo numa obra ou filme) no Sarau na Galeria. 

Felipe Urso pinta na rua desde 2oo1 e começou fazendo letras e personagens no estilo mais tradicional de graffiti, procurando evolução e um estilo próprio mas sempre se mantendo fiel ao que acredita ser o melhor para sua arte decidiu buscar em outras fontes referências para que seu trabalho ganhasse características ímpares tanto nas rua quanto no campo da ilustração, passando por um período com trabalhos mais abstratos. 

Agora volta a uma fase mais figurativa onde mistura personagens com características dúbias e formas geométricas.

Em suas próprias palavras "Felipe Urso: rabiscador compulsivo - ilustração, grafitti, cerveja, não necessariamente nesta ordem.

facebook: https://www.facebook.com/felipeursoartwork/info?tab=page_info

Acompanhe os trabalhos de Felipe Urso


 


Felipe também tem interferências pelas ruas da  cidade de Suzano


Rua Nove de Julho
Rua Armando Salles de Oliveira

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A banda Visões de Severino + Lucas Afonso se apresentarão na Sarau no Galeria de - Aniversário - Setembro


VISÕES DE SEVERINO é um grupo musical de Ferraz de Vasconcelos, São Paulo - Brasil. Formado por Robson Heloyn (guitarra), Nicolas Carneiro (baixo) e Beto do Nascimento (bateria). O trio busca sintetizar em suas músicas os ritmos e os sons presentes no ambiente cotidiano da periferia: trilha sonora para um cenário tão dinâmico quanto volúvel. Com os sólidos alicerces da música popular, partindo do RAP, a banda constrói paisagens sonoras que servem como base para as letras dos MC’s parceiros - bases que ora partem da letra, ora se encontram com a letra.
 A proposta da banda se consolidou e ganhou forma a partir de uma série de ensaios abertos que realizou no bar e espaço cultural GALPÃO STUDIO - durante o segundo semestre de 2014 -, jam sessions com instrumentistas e MC’s.Af
Os ENSAIOS ABERTOS ocorreram de junho a dezembro daquele ano, às quartas-feiras, e teve como propósito ser um espaço alternativo de livre criação e expressão, um ponto de referência para os músicos independentes daquela desassistida cidadela da Grande São Paulo. E foi uma realização coletiva, tento como eixo a soma de forças dos que caminham pelas dificultosas vias da arte independente.
 Nos ENSAIOS ABERTOS, o VISÕES DE SEVERINO construiu bases e somou forças com Lucas Afonso, Danilo Skrap, Smup, TrezyMan (CháNoGeloCrew), Rote, Karosso Dê Loná, Thimu, Igor Roberto, Bruno Slaikow; e vários outros MC’s, B. Boy’s, grafiteiros, cantadores e poetas frequentadores das noites de quarta-feira do Galpão Studio, marcadas por ser um ambiente de troca de ideias e som do bom!
O grupo VISÕES DE SEVERINO - em parceria com Lucas Afonso - já se apresentou em diversos eventos e lugares da cidade de São Paulo e regiões adjacentes, entre os quais: Sarau no Caos (Ferraz de Vasconcelos), Sarau da Vila do Teatro (Santos), Sarau Amais (Poá), Sarau do M.A.P e Sarau da Casa Amarela (São Miguel), Sarau Elo da Corrente (Pirituba); Instituto Reação Arte e Cultura (Itaquera), na Casa do Meio do Mundo (Zona Norte); Mês do Hip Hop (2015); 5º Festival do Livro de São Miguel Paulista, entre outros. Também estão entre os artistas do disco O QUE CANTAM OS UMBIGOS, lançada pelo Sarau Oquedizemosumbigos, com Lucas Afonso; e fizeram parte da criação da trilha sonora do curta-metragem ALEIJÃO (filme realizado no projeto Cine(poe)mas, das Oficinas Culturais da Secretaria de Estado da Cultura).
Atualmente, o VISÕES DE SEVERINO - além das apresentações ao vivo - vem trabalhando para viabilizar a gravação das músicas que são fruto deste primeiro período de criação.

domingo, 23 de agosto de 2015

Antonio Miotto apresenta seu livro 'Izquierda' no Sarau na Galeria Edição de - Aniversário - Setembro

 
Em,Izquierda, Antonio Miotto descortina entre versos outros inversos a curiosidade de ler. 

Caminhando entre o leve brincar com as letras [ em português e algumas em espanhol], possibilita aos leitores diálogos com a sobrevivência de múltiplos olhares na cidade. 

Permeado por suas imagens e ilustrações de sua filha, um livro também para ser lido em alta voz, nos diversos espaços privados e públicos.




Serviço: Izquierda de Antonio Miotto
Sarau na Galeria Edição de - Aniversário - Setembro.

Dia: 05 de Setembro de 2015
Horário:19:30 às 23:00
Local: Galpão dos Contadores de Mentira
Rua Maj. Pinheiro Fróes, 530 - Parque Maria Helena, Suzano - SP

Mais informações: saraunagaleria@gmail.com

sábado, 22 de agosto de 2015

Antonio Miotto é o escritor convidado do Sarau na Galeria - Edição de - Aniversário - Setembro

Desconfio que seja tênue a linha que separa uma apresentação duma confissão. Da primeira espera-se o enaltecimento, e da segunda, a verdade. Acontece que sem verdade não há apresentação que legitime algum enaltecer. Não posso menos, então, do que ser honesta.
Ao modo de quem proseia, lhes conto Antonio Miotto.
Fé minino, amigo, arteiro. De primeiro, dele só sabia os registros fotográficos que fazia (e já admirava), fotopoemas per-ambulantes nos saraus de SP – e, vez-quando, até nos esbarrávamos em alguns deles. Da retina lírica, um nada, até então.
Até então.
Me ocorreu que a gente pode circular uma vida em consonância com outras gentes, em ambientes idens, sem sabê-las. Talvez que falte aquele esbarrar que não é só o “ops, desculpa” do cotidiano, mas aquele que finda por virar a boa desculpa dos inícios. Pois. Mediados pela poesia – a culpada pela colisão – foi numa trombada com esse poeta-ciclista-fotógrafo-professor-ativista (ufa!) que passamos a nos saber: o acidente foi geográfico, palavra unindo gente feito istmo. Pelo brincar, pelo brigar e pelo ouvir sincero, Toni é dessas pessoas bonitas, que não passam sem ficar.
Quanto a seus escritos, o Miotto traz essa energia que tira de vir e ver a cidade. Entrementes, transborda em flashes poéticos as todas possibilidades dos encontros – entre frentes e gentes de luta, ergue o punho izquierdo e reconhece os seus.
Seus poemas são fotogramas de um filme chamado metrópole; seu eu-lírico-personagem persegue São Paulo sobre uma bike com ventos na cara e nos bolsos, memórias na bolsa, vontades infinitas de novas bagagens e uma Bella tatuada na vida.  Microrroteiros concisos que não são menos que poesia da urgência, grito que só quem é capaz de fotografar nosso tempo com calma desmedida consegue captar.
O lado que bate o coração tem voz.
Escuta:

                   Michele Santos